Jovem formada em direito é presa suspeita de aplicar golpes, mas família diz que ela foi presa por engano
Família diz que bacharel em Direito foi presa por engano Formada em direito, Ellen Lorraine Trindade Mateus, de 27 anos, foi presa em Trindade sob a suspeita d...
Família diz que bacharel em Direito foi presa por engano Formada em direito, Ellen Lorraine Trindade Mateus, de 27 anos, foi presa em Trindade sob a suspeita de integrar um grupo criminoso especializado em golpes. Segundo a Polícia Civil, ela faria parte de uma organização composta por 16 pessoas. A família da jovem, no entanto, alega que houve um erro de identificação e que a prisão é indevida. Ellen Lorraine está presa desde o dia 2 de julho na Penitenciária Feminina de Aparecida de Goiânia. Em nota, o advogado de defesa Jean Tavares informou que ela foi vítima de um erro judicial e que seu nome foi confundido com o de outra pessoa (leia a íntegra abaixo). A Polícia Civil enviou nota ao g1 informando ser falsa a alegação da defesa de que houve troca de nomes ou erro de identificação. Segundo a corporação, a prisão foi cumprida contra a pessoa corretamente identificada na investigação (leia a nota completa abaixo). Jovem formada em direito é presa suspeita de aplicar golpes, mas família diz que ela foi presa por engano Reprodução/TV Anhanguera Nota Defesa de Ellen A defesa de Ellen Lorraine Trindade Mateus, informa que ela se encontra presa desde o dia 2/7/2026, reclusa na Penitenciária Feminina de Aparecida de Goiânia, vítima de erro judicial, ocasião em que confundiram seu nome com o de outra moça, chamada - "Lorraine", integrante de Organização Criminosa de caráter nacional. A ordem de prisão foi determinada pelo juízo do Estado do Amapá, advinda de uma conclusão irresponsável da Polícia Civil de lá, que concluiu as investigações e representou pela prisão da Ellen. Nota PC A Polícia Civil do Estado do Amapá informa que é falsa a informação de que ELLEN LORRAINE TRINDADE MATEUS teria sido presa por troca de nomes ou erro de identificação. A prisão foi cumprida contra a pessoa corretamente identificada no procedimento investigativo, não havendo confusão de identidade ou equívoco no cumprimento da ordem judicial. No caso mencionado, foram expedidos mandado judicial de prisão e mandado judicial de busca e apreensão, ambos fundamentados em investigação formal, individualização da pessoa investigada, representação da Autoridade Policial, manifestação do Ministério Público e decisão do Poder Judiciário. A Polícia Civil esclarece que medidas cautelares dessa natureza não são adotadas com base em informação superficial, mas a partir de elementos submetidos à análise dos órgãos responsáveis pela persecução penal e ao controle judicial. A divulgação de informação falsa sobre suposta prisão indevida desinforma a sociedade e compromete indevidamente a credibilidade das instituições públicas envolvidas na investigação. Por fim, a Polícia Civil do Amapá reafirma que não houve troca de nomes, erro de identificação ou prisão indevida no caso mencionado, ressaltando que eventuais questionamentos devem ser apresentados nos autos, perante as autoridades competentes. Reportagem em atualização.